Blog de FILOSOFIA DA E.E.M. FRANCISCO HOLANDA MONTENEGRO

2º ano

21/11/2011

 
 

AVALIAÇÃO PARCIAL

                                                       AVALIAÇÃO DE FILOSOFIA

EEM FRANCISCO HOLANDA MONTENEGRO

2º ANO

DATA 22/11/2011

1-      O QUE DENFETE PASCOAL SOBRE A RACIONALIDADE NOS HUMANOS?

A-     ( ) UM FRACO

B-      ( ) UM CONHECEDOR

C-      ( ) SUPERIOR PELOS CONHECIMENTOS

D-     ( ) QUASE NADA

 

2-      SEGUNDOS OS ESTUDOS DE PASCAL O QUE DESENCADEIA NOSSA ATIVIDADE INTELECTUAL?

A-     ( )  O POR QUE

B-      ( ) AS VONTADES

C-      ( ) O ESPANTO E A SURPRESA

D-     ( ) A CURIOSIDADE

 

3-      AINDA SEGUNDO PASCOL NEGAR RESPOSTAS AOS HOMENS É:

A-     ( ) DESRESPEITA-LOS EM SUA PRÓPRIA NATUREZA

B-      ( ) PRIVAR DE APRENDER

C-      ( ) TIRAR DELE A OPORTUNIDADE DE CONHECER

D-     ( ) OFERECER  A BUSCA PELO NOVO

4-      NOS ESTUDOS DO FISIOLOGISTA PAVLOV ELE DESCOBRE QUE CONHECER É PARA O HOMEM:

A-     ( ) QUERTÃO DE VONDADE

B-      ( ) QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA

C-      ( ) QUETÃO DE PERSISTÊNCIA

D-     ( ) QUESTÃO DE OPORTUNIDADE

5-      O HOMEM PARA SOBREVIVER BEM EM QUAL QUER LUGAR EM GERAL ELE DEVE:

A-     ( ) ADAPTA-SE AO LUGAR E O TRANFORMAR

B-      ( ) OBSERVAR PARA  CONHECER

C-      ( ) ESTÁ  SUJEITO A TUDO E A TODOS

D-     ( ) ENTENDER A SUA NECESSIDADE

6-      PARA MANDER NOSSA MARCA NO MUNDO OS FILOSOFOS NOS ENSINARAM:

A-     ( ) O PODER DO CONHECIMENTO, DAS  IDÉIAS E A IMPORTÂNCIA DO PENSAMENTO.

B-      ( ) O DISPENSAR DE PENSAR E CONHECER

C-      ( )  A TRANFORMAÇÃO DA REALIDADE

D-     ( ) A  ACEITAÇÃO PASSIVA DE EXPLICAÇÕES JÁ PRONTAS

7-      QUAL A IMPORTANCIA DO CONHECIMENTO?

 

 


Escrito por keulybarbosa às 18h31
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04/10/2011

 
 

avaliação

AVALIAÇÃO  GLOBAL

    E.E.M. FRANCISCO HOLANDA MONTENEGRO

PROFESSORA_ MARIA BONFIM (KEULY)

TURMA -2º ANO             DATA 04/10/2011

DISCIPLINA - FILOSOFIA

1-       Descartes  pôs em dúvida que:

(a)     As certezas de todos os conhecimentos

(b)     As diferentes descrições da verdade

(c)      O princípio da filosofia

(d)     Tido os tipos de conhecimento

(e)     O homem é limitado

2-       A obra mais famosa de descartes.

(a)     A capacidade de percepção

(b)     Discurso do método

(c)      O Raciocínio

(d)     A objetividade

(e)     O Princípio da filosofia

3-       A Objetividade do conhecimento depende da capacidade de percepção do sujeito. Isso equivale a dizer:

(a)     O Conhecimento é limitado

(b)     A Visão é bem aparelhada

(c)      Dúvida da certeza

(d)     Conhecemos pelo sentido

(e)     Entendimento da realidade

4-       A História da ciência e da filosofia é testemunho fiel de:

(a)     Aprendizagem

(b)     Limitações

(c)      Objetividade

(d)      Conhecimento

(e)     Realidade

5-Em todos os seus estudos descartes procurava:

(a)     O Raciocínio da filosofia

(b)     O Princípio da filosofia

(c)      As verdades

(d)     A existência

(e)     O Sujeito

6-       Sobre descartes é possível afirmar que:

(a)     Fundador da filosofia                        

(b)     Buscava a verdade na religião

(c)      Serviu ao exercito Espanhol

(d)     Era médico e conselheiro

(e)     Era um homem saudável

7-       Para desenvolver novas verdades Descartes buscou:

(a)     O avanço da ciência                 (e) A Universidade

(b)     A psicologia

(c)      Evidência

(d)     As sagradas escrituras

8-       A principal teoria de Descartes:

(a)     A firmava-se na eficácia da razão

(b)     A filosofia não é como uma arvore

(c)      A psicologia não é muito avançada

(d)     A base nas respostas exatas

(e)     A  creditava na religião

9-       No seu estilo claro, mas pleno de construções, demonstrações e imagens Descartes nos dá quantas regra do método?

(a)     4 (quatro)

(b)     5 ( cinco)

(c)      6 ( seis)

(d)     7 ( sete)

(e)     8 ( oito)

10-    A primeira regra do método:

(a)     Fazer em toda a parte enumerações e revisões completas

(b)     Jamais acolher algo como verdadeiro, a não ser que seja absolutamente evidente.

(c)      Ir além e chegar ao pragmatismo.

(d)     A lógica dialética.

(e)     A mecânica e a psicologia os ramos da árvore.

 


Escrito por keulybarbosa às 08h42
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25/09/2011

 
 

DESCARTES

 

René Descartes – biografia, idéias, pensamentos

René Descartes- (1596 – 1650) nasceu de uma família nobre dedicada à medicina e ao comércio. Os Descartes se fixaram em La Haye, Tourenne. Seu pai se chamava Joaquim e era conselheiro do parlamento britânico. René tinha uma saúde frágil, e era cuidado por sua avó. Entrou no colégio jesuíta de Le Flèche, que havia sido fundado dois anos antes, mas já adquirira notoriedade. Nesse estabelecimento René teve formação filosófica e científica. Foi um bom aluno, mas não encontrou a verdade que procurava, como escreveu no Discurso do Método. Aprendeu a filosofia pelo método escolástico, e René, apesar de ser católico, percebeu a diferença existente entre aquele tipo de ensino antigo e o recente espírito renascentista, baseado nas últimas descobertas e inovações científicas e culturais. Agradava a Descartes a matemática, por dar respostas exatas. A educação em Le Flèche havia sido religiosa, e havia um clima de atraso e submissão às instituições políticas, acompanhados de estudos das infindáveis controvérsias teóricas da escolástica. Portanto Descartes saiu de lá um pouco confuso e decepcionado. Mas apesar disso recomendava o colégio para os filhos de amigos. Entrou para a Universidade de Poitiers, curso de direito, e se formou. Como não ficou satisfeito com os conhecimentos adquiridos, resolveu entrar para o exército. Se alistou nas tropas holandesas de Maurício de Nassau. Descartes tinha uma ligação com a Holanda, e foi combater os espanhóis. Descartes tinha um projeto filosófico. Cada vez mais ligado na matemática, queria associar as leis numéricas com as leis do mundo, resgatando a antiga doutrina pitagórica. Sua principal teoria afirmava-se na eficácia da razão. Queria refletir sobre a questão da autonomia da ciência e objetividade da razão frente ao Deus todo poderoso. As novas teorias científicas contrariavam as Sagradas Escrituras. Em 1620, renuncia à carreira militar e parte para a Itália. Escreveu alguns trabalhos nesse período. Em 1637 publica o Discurso do Método- para bem conduzir a própria razão e procurar a verdade nas ciências. Descartes afirmou no Discurso do Método, que quanto mais estudava mais se apercebia de sua ignorância (parece um pouco com Sócrates, não é?). No livro Os princípios da filosofia afirma que a filosofia é como uma árvore, as raízes são a metafísica e a ciências como a medicina, a mecânica e a psicologia os ramos da árvore. A psicologia não era muito desenvolvida na época de Descartes. Descartes critica a lógica dialética, afirma que ela parte de verdades já conhecidas e é inútil para desvendar novas verdades. Descartes sempre buscou o avanço da ciência, e quando ela conhece a natureza se torna senhora dessa. Apesar de ter ainda alguns resquícios da escolástica, Descartes se esforçou para ir além e chegar no pragmatismo. Toda a escolástica e o edifício da ciência aristotélica faziam parte do passado. E com Descartes dá a entender era preciso ir para a frente. Por isso ele é considerado o fundador da filosofia moderna. No seu estilo claro mas pleno de construções, demonstrações e imagens ele nos dá as quatro regra do método:

a) jamais acolher algo como verdadeiro, a não ser que seja absolutamente evidente, e não acolher no juízo o que não seja claro e indubitável. É a regra da evidência.
b) a segunda regra, que tem um jeito matemático , diz para dividir as dificuldades em quantas partes fosse possível e necessário para resolvê-las.
c) a terceira regra é conduzir com ordem os pensamentos, começando com os mais simples e indo para os mais complicados, dos mais fáceis
de conhecer para os compostos. Descartes também afirma, em outro trecho, que não se fia nos primeiros pensamentos. Na terceira regra é preciso fazer uma síntese da realidade complexa, que foi decomposta em partes menores.
d) a última consiste em fazer em toda a parte enumerações e revisões completas, para nada se omitir.  Leibniz zombou da aparente banalidade do método. Descartes aplicou-o e afirma que ele facilitou o desvelamento de certas questões, usando a razão como instrumento para tirar as dúvidas. Ele adverte que é um método que usou exclusivamente para si, como uma maneira de dirigir seu pensamento. Pois a razão, (bom senso) para Descartes, é o que há de mais bem distribuído no mundo, e o que diferencia a capacidade é o modo como cada um conduz seus pensamentos, chegando à resultados diferentes.

 

 

 


Escrito por keulybarbosa às 21h00
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05/09/2011

 
 

AULAS

 

  E.E.M. FRANCISCO HOLANDA MONTENEGRO

PROFESSORA_ MARIA BONFIM (KEULY)

TURMA -2º ANO

DISCIPLINA-FILOSOFIA

DATA 14/09/2011 E 21/09/2011

- DADOS DA AULA  2 AULA–

1 AULA USANDO OS LEPTOPS

1 AULA USANDO LIVRO DE APOIO ( PARA FILOSOFAR)

1 AULA USANDO OS LEPTOPS

TEXTO PARA ESTUDO - O RACIONALISMO DE DESCARTES

OBJETIVO GERAL

IDENTIFICAR O PENSAMENTO RACIONAL DE DESCARTES SOBRE O CONHECIMENTO.


 


Escrito por keulybarbosa às 13h46
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22/08/2011

 
 

AVALIAÇÃO

 

                  AVALIAÇÃO PARCIAL DE FILOSOFIA

    E.E.M. FRANCISCO HOLANDA MONTENEGRO

PROFESSORA_ KEULY    TURMA -2º ANO        DATA 23/08/2011

1- CONCEITUI

A-    Conhecimento sensorial

 B- Conhecimento intelectual

C-    Conhecimento vulgar

 D- Conhecimento científico

 E- Conhecimento teológico

 F- Conhecimento intuitivo

 


Escrito por keulybarbosa às 16h57
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DEFINIÇÕES

O CONHECIMENTO E SUAS DEFINIÇÕES

 

 

A definição clássica de conhecimento, originada em Platão, diz que ele consiste de crença verdadeira e justificada.

O conhecimento não pode ser inserido num computador por meio de uma representação, pois neste caso seria reduzido a uma informação. Assim, neste sentido, é absolutamente equivocado falar-se de uma "base de conhecimento" num computador. No máximo, podemos ter uma "base de informação", mas se é possível processá-la no computador e transformar o seu conteúdo, e não apenas a forma, o que nós temos de fato é uma tradicional base de dados.

Associamos informação à semântica. Conhecimento está associado com pragmática, isto é, relaciona-se com alguma coisa existente no "mundo real" do qual temos uma experiência direta.

O conhecimento pode ainda ser aprendido como um processo ou como um produto. Quando nos referimos a uma acumulação de teorias, ideias e conceitos o conhecimento surge como um produto resultante dessas aprendizagens, mas como todo produto é indissociável de um processo, podemos então olhar o conhecimento como uma atividade intelectual através da qual é feita a apreensão de algo exterior à pessoa.

A definição clássica de conhecimento, originada em Platão, diz que ele consiste de crença verdadeira e justificada. Aristóteles divide o conhecimento em três áreas: científica, prática e técnica.

Além dos conceitos aristotélico e platônico, o conhecimento pode ser classificado em uma série de designações/categorias:

Conhecimento sensorial: É o conhecimento comum entre seres humanos e animais. Obtido a partir de nossas experiências sensitivas e fisiológicas (tato, visão, olfato, audição e paladar).

Conhecimento intelectual: Esta categoria é exclusiva ao ser humano; trata-se de um raciocínio mais elaborado do que a mera comunicação entre corpo e ambiente. Aqui já pressupõe-se um pensamento, uma lógica.

Conhecimento vulgar/popular: É a forma de conhecimento do tradicional (hereditário), da cultura, do senso comum, sem compromisso com uma apuração ou análise metodológica. Não pressupõe reflexão, é uma forma de apreensão passiva, acrítica e que, além de subjetiva, é superficial.

Conhecimento científico: Preza pela apuração e constatação. Busca por leis e sistemas, no intuito de explicar de modo racional aquilo que se está observando. Não se contenta com explicações sem provas concretas; seus alicerces estão na metodologia e na racionalidade. Análises são fundamentais no processo de construção e síntese que o permeia, isso, aliado às suas demais características, faz do conhecimento científico quase uma antítese do popular.

Conhecimento filosófico: Mais ligado à construção de ideias e conceitos. Busca as verdades do mundo por meio da indagação e do debate; do filosofar. Portanto, de certo modo assemelha-se ao conhecimento científico - por valer-se de uma metodologia experimental -, mas dele distancia-se por tratar de questões imensuráveis, metafísicas. A partir da razão do homem, o conhecimento filosófico prioriza seu olhar sobre a condição humana.

Conhecimento teológico: Conhecimento adquirido a partir da fé teológica, é fruto da revelação da divindade. A finalidade do teólogo é provar a existência de Deus e que os textos bíblicos foram escritos mediante inspiração Divina, devendo por isso ser realmente aceitos como verdades absolutas e incontestáveis. A fé pode basear-se em experiências espirituais, históricas, arqueológicas e coletivas que lhe dão sustentação.

Conhecimento intuitivo: Inato ao ser humano, o conhecimento intuitivo diz respeito à subjetividade. Às nossas percepções do mundo exterior e à racionalidade humana. Manifesta-se de maneira concreta quando, por exemplo, tem-se uma epifania.

1.Intuição sensorial/empírica: “A intuição empírica é o conhecimento direto e imediato das qualidades sensíveis do objeto externo: cores, sabores, odores, paladares, texturas, dimensões, distâncias. É também o conhecimento direto e imediato de estados internos ou mentais: lembranças, desejos, sentimentos, imagens.” (in: Convite à Filosofia; CHAUÍ, Marilena).

2.Intuição intelectual: A intuição com uma base racional. A partir da intuição sensorial você percebe o odor da margarida e o da rosa. A partir da intuição intelectual você percebe imediatamente que são diferentes. Não é necessário demonstrar que a “parte não é maior que o todo”, é a lógica em seu estado mais puro; a razão que se compreende de maneira imediata.

 


Escrito por keulybarbosa às 16h50
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31/07/2011

 
 

O CONHECIMENTO

Conhecimento Filosófico

O conhecimento filosófico tem por origem a capacidade de reflexão do homem e por instrumento exclusivo do raciocínio. Como a Ciência não é suficiente para explicar o sentido geral do universo, o homem tenta essa explicação através da Filosofia. Filosofando, ele ultrapassa os limites da Ciência – delimitado pela necessidade da comprovação concreta – para compreender ou interpretar a realidade em sua totalidade. Mediante a Filosofia estabelecemos uma concepção geral do mundo.

Tendo o homem como tema permanente de suas considerações, o filosofar pressupõe a existência de um dado determinado sobre o qual refletir, por isso apóia-se nas ciências. Mas sua aspiração ultrapassa o dado científico, já que a essência do conhecimento filosófico é a busca do “saber” e não sua posse. Tratando de compreender a realidade dos problemas mais gerais do homem e sua presença no universo, a Filosofia interroga o próprio saber e transforma-o em problema. É, sobretudo, especulativa, no sentido de que suas conclusões carecem de prova material da realidade. Mas, embora a concepção filosófica não ofereça soluções definitivas para numerosas questões formuladas pela mente, ela traduz em ideologia. E como tal influi diretamente na vida concreta do ser humano, orientando sua atividade prática e intelectual.


Escrito por keulybarbosa às 15h19
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26/06/2011

 
 

Avaliação

AVALIAÇÃO GLOBAL DE FILOSOFIA 2º ANO

1.    Marque a alternativa correta:

“Só sei que nada sei”

a)    Consiste justamente na sabedoria de reconhecer a própria ignorância.

b)    Privilegia as questões morais.

c)    Consiste na coragem e covardia, a piedade e na justiça.

d)    Explica os sentimentos apenas na ocasião para despertar a alma.

2.    Dois principais discípulos de Sócratres:

a)    Aristóteles e Platão

b)    Platão e Sócrates

c)    Xenofonte e Platão

d)    Aristóteles e Max

3.    O que significa o termo Logos na linguagem comum e filosófica?

a)    Palavra e diálogo.

b)    Palavra e razão que se dá algo.

c)    Conversa e palavra

d)    Razão e diálogo

4.    Aristóteles defina a ciência:

a)    Interligação de rigorosa

b)    Político e composto

c)    Conhecimento incerto

d)    Conhecimento verdadeiro

5.    Platão confere suas ideias a uma existência:

a)    Comunista

b)    Idealista

c)    Ser animal

d)    Real


Escrito por keulybarbosa às 18h34
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29/05/2011

 
 

SOFISTAS

Os sofistas foram reputados como grandes mestres, eram procurados por jovens bem-nascidos, dispostos a pagar muito dinheiro para aprender o que os filósofos tinham a lhes ensinar. O jovem buscava junto ao sofista a areté, qualidade indispensável para se tornar um cidadão bem-sucedido.

 



Escrito por keulybarbosa às 20h59
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OS SOFISTAS

 

O período clássico da história da Grécia Antiga, séculos Va. C. ao IV a.C. Foi nesse período, que viveram: os sofistas, Sócrates, Platão e Aristóteles.

Esse período é caracterizado pelo auge da cultura grega, o desenvolvimento da pólis grega, pela consolidação da democracia grega e pelo fato da Atenas ter se tornado o principal centro político, econômico, artístico e filosófico, do mundo helênico. Esse período é marcado pelo início da fase antropológica, ou seja, uma reflexão filosófica voltada às questões humanas, seus precursores foram os sofistas.

Entre os sofistas, destacam-se: Protágoras, Híppias, Górgias, Isócrates, etc.

Os sofistas foram sábios que atuavam como professores ambulantes de filosofia, ensinando, a um preço estipulado, a arte da política, garantindo o sucesso dos jovens na vida política. Eles ensinavam a arte da retórica.

Os escritos dos sofistas se perderam no tempo, os conhecemos a partir de comentários de Platão, que nos deixa uma visão estereotipada dos sofistas, denominados de charlatães, pois convencem os ignorantes de um saber que, na verdade não possuem.

Para Platão, os sofistas não eram filósofos. Apesar disso, eles deixaram importantes contribuições à filosofia. Foram os primeiros a fazer uma distinção entre a physis (ordem natural) e o nomos (ordem humana). Afirmavam não haver uma verdade absoluta, diziam que o que existia eram opiniões. Protágoras “o homem é a medida de todas as coisas”, significa que, para ele cada homem seria a medida de sua própria verdade.

 


Escrito por keulybarbosa às 20h54
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08/04/2011

 
 

verdade

  O NOVO CONCEITO DE VERDADE

O que é verdade? Na época do surgimento da filosofia, aceitava-se como verdade e a tradição, as autoridades e os deuses determinavam.

Ora, os primeiros filósofos buscaram um novo conceito de verdade – uma verdade tão bem fundamentada que ninguém pudesse refutá-la. Ela deveria libertar o povo da autoridade arbitrária dos deuses, reis, oligarcas e tiranos, assim como das profecias enigmáticas dos sacerdotes.

A verdade procurada teria de ser um conhecimento definitivo, necessário e absoluto. Para um conhecimento ter tais características, deveria abranger tudo o que existe no universo. Logo, seria um conhecimento universal.   

A Verdade precisaria ser universal,válida para todos. Uma verdade acima das particulares, das raças, das nações, dos mitos regionais. Tomava-se consciência de que o homem almeja um conhecimento válido em todo lugar.              


Escrito por keulybarbosa às 20h11
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28/03/2011

 
 

Autoridade do Mito

O mito é uma história religiosa revelada autoridade supostamente indiscutível. O passado é descrito como as tradições que não admitem nenhuma crítica:"É assim , porque foi dito que é assim".

                                 Do mito a razão

Durante um longo período da história grega, a mitologia constituiu a fonte exclusiva de explicação para a existência do homem e de organização do mundo. As divindades constituiam as personagens que, pelas divergências, intrigas, amizade e desejo de justiça, explicavam tanto a natureza humana como o resultado das guerras e os valores culturais. Ela impõe comportamentos morais a comunidae e uma hierarquia de punições para aqueles que não os seguem. O mito parecia-lhes cada vez mais, uma forma de expressão regional, uma cristalização de interesses locais. Em síntese o mito já não satisfazia as necessidades culturais da época.

Surge então a linguagem filosófica, trazendo novos conceitos culturais baseados na razão que irão tentar substituir as criações míticas. De um lado os conservadores queriam manter o sistema explicativo do mito, muito mais popular e eficaz para preservar seus privilégios. De outro, os filósofos, desejosos de mudanças, rejeitavam as explicações míticas e eram favoráveis as reinvindicações dos membros das classes emergentes democratizando assim o sistema político.

A tensão entre o mito e filosofia começa mas não termina na Grécia antiga. Ela perpassa a história ocidental e continua até hoje.


Escrito por keulybarbosa às 22h55
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21/03/2011

 
 

Revisão

 revisão dos conteúdos:

  O Conhecimento empírico e o pensamento científico.

  - O Conhecimento mítico.

  - O Conhecimento filosófico.

   -     As Polis Gregas                                    data 15|03|2011


Escrito por keulybarbosa às 20h43
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10/03/2011

 
 

conhecimentos

conhecimentos

- O Conhecimento empirico e o pensamento científico- É fruto do exercício espontãneo da inteligência. Baseia-se na experiência cotidiana.São conhecimentos imperfeitos, nem sempre objetivos, particularixados,prematuros.Po exemplo:os palpites populares sobre as condições meteorológicas;são  conhecimentos empíricos,noções que não teve ser desprezadas, pois formam oprimeiro degrau da ciência

Quando o conhecimento empirico é  substituido por conhecimentos certos, comprovados ou seja, verdades fundadas em princípios e causas que se aplicam a todos os casos e em qualquer tempo e em qualquer lugar, então chegamos a ciência ou  pensamento científico.

O Conhecimento mítico - É o saber que a pessoa recebe pela  fé, pela confiança que tem alguma força ou pessoa superior a ela. Nele se fundamenta  a religião . Aceitam-se as afirmações sem discuti-las ou questioná-las, pela crença no transmissor da mensagem.Esse conhecimento não requer maiores provas intelectuais e vai desde as ingênuas explicações ou simples esclarecimentos de um ministro religioso ou benzedor popular sobre os eventos particulares como por exemplo (a Aids é castigo de DEUS).

   - O Conhecimento filosófico - Destingui-se do pensamento mítico porque é fruto da capacidade do intelecto humano de procurar as causas mais profundas de todas. Nao é um pensamento só científico porque vai além da ciência, discutindo as causas de tudo de um modo não mensurável. Nesse aspecto o pensamento filosófico debate tudo, até a própria ciência e o próprio mito. É que o pensamento filosófico se dá o direito de analisar o ENTE (tudo que existe no concreto e na imaginação), de questioná-lo, de perfurá-lo até chegar ao seu núcleo  de transpassá-lo para localizar suas causas, de pensar e pesar as consequências de sua existência e etc.


Escrito por keulybarbosa às 18h18
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28/02/2011

 
 

AS POLIS GREGAS

  A civilização grega desenvolveu-se na penísula Balcânica, a mais oriental do sul da Europa, rodeada de inúmeras ilhas. Seu relevo montanhoso facilitou a formação de grupos humanos isolados e autônomos, como de fato foram as cidades estados (as polis).

  A pouca fertilidade do solo acidendado foi compensada pela presença de ótimos portos naturais .Assim, os gregos puderam desenvolver com segurança a navegação, que possibilitou o crescimento do comércio e, consequentemente, a riqueza crescente das cidades-estados.

   O  aumento populacional levou á procura de terras ferteis e á criação de muitaws colõnias nas regiões mediterrâneas. A fiscalização e proteção dessas colônias eram tarefas da frota grega. Nos séculos VI E V  a.C., as polis conheceram o apogeu econõmico, político e cultural. Foi exatamente nesse período glorioso que surgiu na cultura grega o confronto entre  mito e filosofia.


Escrito por keulybarbosa às 21h22
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